terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Projeto Meart (Multi Electrode Array Art)

Guy Ben-Ary do grupo de pesquisa simbiótica da Universidade do Oeste da Austrália se uniu ao neurobiólogo Steve Potter, do Instituto Geórgia de Tecnologia de Atlanta, na busca pela resposta do que aconteceria se um protocérebro primitivo desse livre vazão à criatividade.

Alguns neurônios isolados (de embriões de ratos) e um sistema informatizado foi suficiente para que os cientistas criassem o experimento MEART, no qual uma rede neuronal isolada de qualquer organismo vivo PERCEBE e se EXPRESSA por meio de mecanismos artificiais. O que mais chamou atenção é que a rede neuronal aprende.

Abaixo fotografias da experiência de 2004, na qual a rede cumpria o papel de retratista de visitantes de um museu.

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